Liberdade Humana: Uma Luz Que se Acende na Escuridão


Lançamento para 2014 em http://www.autoresfree.com.br/

Sumário



O que Entendemos por Liberdade? .........................................................
O Interesse de Plenitude Comandando o Indivíduo ................................
Indivíduos Livres ....................................................................................
Liberdade de uns e de outros .................................................................
Iniciativas Livres ou ações sob o comando das sensações?..................
Liberdade e Corpo: Concepção Espiritualista, Ciências Humanas e Clássicas. ............................................................................................
Liberdade ou a busca do que tem de melhor em si mesmo. ................
Formas de Apresentar o Mundo em que Pertence ..........................................
Liberdade: processo herdado e escolhido ......................................................
O Futuro da Liberdade: escolhas, limites e ameaças. ...................................








Dedicatória



Destino esta obra a liberdade humana e a sua trajetória, entendida aqui como uma constante busca reacionária na defesa de uma integralidade desejada que ultrapasse os limites do próprio corpo.
Dedico aqueles cuja visão consegue superar as adversidades de um cotidiano caótico e se destacar em ações e ideias que resultem em melhorias significativas para outros apenas por se apresentar como farol na escuridão.





Introdução

Referimos a partir da mente a ideia de “aqui e agora” como certa liberdade de escolha entre nos conservarmos em estados como preguiça, sonolência, fadiga, entre outros. E de outro lado, somos incomodados por pessoas, objetos, ordens, informações, fatos, leis, prazos e prioridades que forçam o  movimento do corpo a gerar novas ações e rotinas.
De contextos como estes, nascem universos profissionais e pessoais que se dividem entre reflexões constantes antes de cada movimento no sentido de avançar, ou seja, a liberdade intrínseca no corpo faz vibrar diante de cada situação surgida ao redor de si. O leque das opções abrange desde princípios, inspirações, ideais e sonhos até aqueles elementos que nos limitam, tais como leis, fatos e prazos. 
 Na maioria das vezes somos aprisionados por longo tempo pelas rotinas que chamamos de necessárias, entre elas está o trabalho, a cidadania, o respeito às leis e assim por diante. É neste sentido, que a liberdade aparece como força libertadora, ela cobra do corpo momentos para respirar ou para alimentar o outro universo humano que está sendo excluído em nome de alguns valores ditatoriais. 
Neste aspecto, as pessoas buscam espaços programados para que a liberdade tenha como atuar, por exemplo, férias, viagens, atividades esportivas, festas, leituras, músicas, comidas e imagens preferidas. Dessa forma, cada vez que experimentamos uma destas programações escolhida e realizada de acordo com os desejos pessoais, atualizamos a consciência e um novo ciclo começa mais ou menos definido com outros passeios, novas emoções entre outras.
Para uma grande parte dos seres humanos a liberdade programada e planejada permanece por longos períodos, mais para muitos indivíduos, esta linearidade não funciona, então quando a consciência tenta atualizar o sentido do “aqui e agora” ou de “eu e nós” surge um vazio, que significa também ausência de movimento do corpo.
Esta situação acontece porque o corpo não consegue encontrar mecanismos que possam aliar a rotina real com sua liberdade, isto é, ideais ou sonhos. Se isto acontece, a prática e o corpo se modificam drasticamente e com isso, transforma-se também o caminho para buscar a realização imaginada.
E para refletirmos sobre o tema liberdade e possíveis exemplos de como as pessoas interpretam e age em torno dele, este livro se inicia com a questão: o que entendemos por liberdade? E para isso começamos com ajuda do dicionário, onde estabelecemos um começo e depois passamos para outro  ...................

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