O livro "Liberdade Humana: Uma Luz Que Se Acende na Escuridão", de Joaquim Luiz Nogueira, é uma obra filosófica que explora o conceito de liberdade sob diversas perspectivas, como a ética, a política e a psicologia, com o objetivo de estimular a reflexão sobre o tema (pp. 6-7).
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- Definição de Liberdade: A obra começa definindo liberdade como a condição de ser livre, a capacidade de agir por si mesmo, com autodeterminação, independência e autonomia (p. 7).
- Prazer e Preservação: A liberdade é intrinsecamente ligada à busca pelo prazer e à preservação do corpo, opondo-se ao sofrimento ou a qualquer ameaça à integridade física (pp. 7-8). A satisfação plena dos interesses individuais é um tema central (p. 9).
- Influências Sociais e Filosóficas: O autor discute a influência de pensadores como Rousseau, Aristóteles, Epicuro, Žižek, Sartre e Morin. A liberdade é vista em contraste com as determinações naturais, sociais e econômicas (pp. 8, 10, 23).
- Iniciativa e Escolha: A liberdade humana manifesta-se por meio de escolhas, decisões e iniciativas pessoais, mesmo diante de constrangimentos externos ou do destino (pp. 17-18). A capacidade de se "inventar" e ir além da realidade vivida é um aspecto chave (p. 20).
- Crítica à Liberdade Moderna: O livro critica a noção de liberdade de escolha no mundo moderno e digital, argumentando que muitas opções são programadas por grandes corporações para direcionar o consumo, atuando como mecanismos de controle e vigilância (p. 35).
- Consciência e Autonomia: A liberdade envolve a consciência reflexiva e a busca pela autonomia, o domínio do consciente sobre o inconsciente, atuando como um filtro seletivo das influências recebidas (pp. 25-26).
- Ausência de Constrangimento Externo: A liberdade é a capacidade de escolher e julgar por si mesmo, sem ser forçado por determinações naturais ou sociais (p. 15). O sucesso ou o fracasso não importam para a liberdade em si; o que importa é o ato de querer e escolher por si mesmo (p. 28).
- Crítica à Liberdade de Escolha: Žižek questiona a ideia moderna de "liberdade de escolha", especialmente no contexto do consumo e da internet. Para ele, as opções oferecidas são frequentemente programadas por grandes corporações, transformando a escolha em um mecanismo de controle e vigilância (pp. 34-35).
- A Ilusão da Autonomia: A liberdade, muitas vezes, mascara a ausência de escolhas verdadeiras que afetariam as características básicas da vida. Somos forçados a escolher dentro de um "cardápio básico" pré-definido (pp. 36-37).
- O Paradoxo da Necessidade Assumida: A verdadeira liberdade, segundo Žižek, não é a ausência de necessidade, mas o reconhecimento e a assunção da necessidade. É a capacidade de escolher qual causalidade nos determinará, agindo retroativamente sobre as causas (p. 26).
- Experiência Efêmera da Liberdade Radical: A experiência da liberdade radical é descrita como passageira e frágil. Ela emerge em momentos de "ruptura" ou crise, onde os limites se tornam palpáveis, como diante de catástrofes naturais ou eventos disruptivos como o 11 de setembro (pp. 33, 36).
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