O livro "Algumas reflexões antes de uma escolha pessoal", de Joaquim Luiz Nogueira, aborda o processo de tomada de decisões na vida cotidiana, combinando perspectivas psicológicas e filosóficas (pp. 6-7). O autor utiliza conceitos de teóricos como Carl G. Jung, Slavoj Žižek e Joseph Campbell para explorar como os seres humanos fazem escolhas (p. 7).
R$ 29,90
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Síntese do livro:
- O estado de alerta: Discute como instintos, estado de espírito, circunstâncias e sinais influenciam as escolhas, e o papel das "máscaras" ou manobras no comportamento humano (pp. 8-12).
- Manter e progredir ao mesmo tempo: Explora a importância da flexibilidade, estratégias de defesa e a gestão do espaço e tempo ao fazer escolhas para progredir sem grandes prejuízos (pp. 13-15).
- As cores da novidade: Aborda o apelo do novo, os valores que tornam as novidades irresistíveis (como a juventude e a coragem) e o "fator da inocência" nas decisões (pp. 18-20).
- Afaste-se de problemas para se apresentar: Usa a metáfora das plantas (flores e espinhos) para ilustrar como as pessoas se apresentam socialmente, focando na primeira impressão, no "cartão de visita" e na influência de paixões e ideais (pp. 23-25).
- Como proteger o que temos de maior valor: Reflete sobre a hierarquia das necessidades, a metamorfose dos desejos, a relação entre realidades e sonhos, e como a experiência e a criatividade resultam em escolhas inovadoras (pp. 30-34)
- Influência nas Escolhas
- Instintos: São definidos como impulsos fisiológicos percebidos pelos sentidos (p. 8). Eles trazem associações entre o local em que nos encontramos e o que vemos ou sentimos, provocando reações de alerta como grito, espanto, tremedeira ou suor (p. 8). Essas afinidades são reconhecidas pelo corpo e adquiridas ao longo de milhares de anos de adaptações evolutivas (p. 8).
- Estado de espírito: O estado mental e corporal do indivíduo no momento oportuno influencia a escolha (p. 9). O humor pode desencadear ações cautelosas ou violentas, que são respostas aprendidas e associações que criam realidades (p. 9). A forma como associamos o que passa pela mente configura as possibilidades de ações futuras e, consequentemente, as escolhas (p. 9).
- Circunstâncias: O estado de vigilância da mente obedece a comandos externos e às circunstâncias (p. 10). A aparência ou forma defrontada liga-se a reações associativas, e o indivíduo exerce controle e faz a escolha (p. 10). As escolhas em certas circunstâncias podem corresponder a visões advindas de imagens, cheiros e aparências que desencadeiam emoções como admiração, alegria, medo e ódio (p. 10)
- Sinais: Sinais de alerta são possibilidades que podem ser identificadas em uma dada situação e potencializam o que poderá acontecer no contexto (p. 11). Um simples gesto, imagem ou palavra pode ser um sinal de alerta antes de uma escolha (p. 11). O reconhecimento destes sinais pode nos ajudar a fazer escolhas e a evitar armadilhas do comportamento humano, como disfarces e imitações que produzem pistas falsas (pp. 11-12).
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