Uma Breve História dos Elementos que nos Orientam: Surpresas, Eventualidades e Comparações - Joaquim Luiz Nogueira

 O livro "Uma Breve História dos Elementos que nos Orientam: Surpresas, Eventualidades e Comparações", de Joaquim Luiz Nogueira, é uma obra que busca mapear e discutir os diversos elementos, históricos e contemporâneos, que atuam na definição de rumos e experiências pessoais no Ocidente, da Idade Média à atualidade 

R$ 29,90 
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A obra aborda a complexidade das escolhas humanas em um mundo de incertezas, misturando influências naturais, artificiais, circunstanciais e a vontade humana livre (p. 8). O autor utiliza o referencial teórico de pensadores como Slavoj Žižek, Edgar Morin e Joseph Campbell para analisar como esses elementos orientaram e continuam a orientar os indivíduos em suas experiências pessoais ao longo da história.

 Os principais temas explorados incluem:
  • Tecnologia e Autonomia Humana: A evolução das máquinas e da tecnologia, que libertou o homem de trabalhos forçados, mas gerou novas dependências e a "segunda industrialização" do espírito e dos sonhos (pp. 7, 11, 39).
  • Percepção e Realidade: Discussão sobre como a consciência humana é um mecanismo redutor de informações sensoriais, e como a realidade percebida pode ser uma "camuflagem" ou uma construção social (pp. 20-21, 44).
  • Influências Culturais e Míticas: O papel da moralidade, dos mitos (como o da Caverna de Platão) e das crenças na orientação do comportamento individual e coletivo (pp. 22, 28, 33).
  • O Indivíduo e a Liberdade: A busca pela liberdade individual e a ruptura com a moralidade tradicional, desde o trovadorismo no século XII até a valorização das individualidades na modernidade (pp. 34, 36, 39).
  • Consumo e Instantaneidade: A influência da comunicação de massa, das multimídias e da valorização do "aqui e agora" no gosto por coisas momentâneas e no consumo (pp. 26, 40-41).
  • A tecnologia influenciou a imaginação humana de diversas maneiras, principalmente ao despertar a capacidade de idealizar novos mundos e possibilidades, e ao transformar elementos míticos e sonhos em produtos de consumo.
    Criação de Novos Horizontes Imaginários
    • As máquinas não só libertaram os homens de trabalhos forçados, mas também despertaram na mente humana a capacidade para imaginar mundos sem dor e sofrimento (p. 7).
    • A evolução tecnológica desencadeou elementos como promessas, novidades e possibilidades, abrindo uma nova fronteira para a imaginação humana (pp. 8, 15).
    • O desenvolvimento técnico serviu ao sonho de dominar terras, mares e céus, criando um universo imaginário de conquistas (p. 19).
    • As tecnologias, ao persuadirem as pessoas de que podem solucionar problemas humanos inexplicáveis, misturam a fronteira entre razão e imaginação (pp. 11, 13).
    • Isso leva à associação de conhecimento com a internet e a expectativa de um futuro com auxiliares técnicos que dispensam esforço físico e intelectual (p. 14).
    • "Industrialização do Espírito" e Consumo
      • As mídias de massa, como rádio e cinema, transformaram fadas, duendes, deuses e fantasmas em mercadorias, em um processo chamado por Morin de "segunda industrialização" (pp. 39-40).
      • Essas novas mercadorias vendem "ectoplasmas de humanidade", como amores e medos romanceados, estruturando instintos e emoções para o consumo (p. 40).
      • As culturas criadas pelas mídias, com idealizações e repetições, buscam penetrar nos gostos individuais e orientar comportamentos (p. 40).

Algumas reflexões antes de uma escolha pessoal -Joaquim Luiz Nogueira

 O livro "Algumas reflexões antes de uma escolha pessoal", de Joaquim Luiz Nogueira, aborda o processo de tomada de decisões na vida cotidiana, combinando perspectivas psicológicas e filosóficas (pp. 6-7). O autor utiliza conceitos de teóricos como Carl G. Jung, Slavoj Žižek e Joseph Campbell para explorar como os seres humanos fazem escolhas (p. 7).

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Síntese do livro: 

O livro está estruturado em cinco capítulos principais 
O principal objetivo do livro é oferecer ao leitor reflexões sobre os elementos desencadeadores das escolhas pessoais, sejam elas guiadas por impulsos naturais, instintivos, ou pelo contexto social e circunstancial 
  • O estado de alerta: Discute como instintos, estado de espírito, circunstâncias e sinais influenciam as escolhas, e o papel das "máscaras" ou manobras no comportamento humano (pp. 8-12).
  • Manter e progredir ao mesmo tempo: Explora a importância da flexibilidade, estratégias de defesa e a gestão do espaço e tempo ao fazer escolhas para progredir sem grandes prejuízos (pp. 13-15).
  • As cores da novidade: Aborda o apelo do novo, os valores que tornam as novidades irresistíveis (como a juventude e a coragem) e o "fator da inocência" nas decisões (pp. 18-20).
  • Afaste-se de problemas para se apresentar: Usa a metáfora das plantas (flores e espinhos) para ilustrar como as pessoas se apresentam socialmente, focando na primeira impressão, no "cartão de visita" e na influência de paixões e ideais (pp. 23-25).
  • Como proteger o que temos de maior valor: Reflete sobre a hierarquia das necessidades, a metamorfose dos desejos, a relação entre realidades e sonhos, e como a experiência e a criatividade resultam em escolhas inovadoras (pp. 30-34)
  • Influência nas Escolhas
    • Instintos: São definidos como impulsos fisiológicos percebidos pelos sentidos (p. 8). Eles trazem associações entre o local em que nos encontramos e o que vemos ou sentimos, provocando reações de alerta como grito, espanto, tremedeira ou suor (p. 8). Essas afinidades são reconhecidas pelo corpo e adquiridas ao longo de milhares de anos de adaptações evolutivas (p. 8).
    • Estado de espírito: O estado mental e corporal do indivíduo no momento oportuno influencia a escolha (p. 9). O humor pode desencadear ações cautelosas ou violentas, que são respostas aprendidas e associações que criam realidades (p. 9). A forma como associamos o que passa pela mente configura as possibilidades de ações futuras e, consequentemente, as escolhas (p. 9).
    • Circunstâncias: O estado de vigilância da mente obedece a comandos externos e às circunstâncias (p. 10). A aparência ou forma defrontada liga-se a reações associativas, e o indivíduo exerce controle e faz a escolha (p. 10). As escolhas em certas circunstâncias podem corresponder a visões advindas de imagens, cheiros e aparências que desencadeiam emoções como admiração, alegria, medo e ódio (p. 10)
    • Sinais: Sinais de alerta são possibilidades que podem ser identificadas em uma dada situação e potencializam o que poderá acontecer no contexto (p. 11). Um simples gesto, imagem ou palavra pode ser um sinal de alerta antes de uma escolha (p. 11). O reconhecimento destes sinais pode nos ajudar a fazer escolhas e a evitar armadilhas do comportamento humano, como disfarces e imitações que produzem pistas falsas (pp. 11-12).

Liberdade Humana: Uma Luz Que Se Acende na Escuridão - Joaquim Luiz Nogueira

 O livro "Liberdade Humana: Uma Luz Que Se Acende na Escuridão", de Joaquim Luiz Nogueira, é uma obra filosófica que explora o conceito de liberdade sob diversas perspectivas, como a ética, a política e a psicologia, com o objetivo de estimular a reflexão sobre o tema (pp. 6-7).

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Pontos Principais
  • Definição de Liberdade: A obra começa definindo liberdade como a condição de ser livre, a capacidade de agir por si mesmo, com autodeterminação, independência e autonomia (p. 7).
  • Prazer e Preservação: A liberdade é intrinsecamente ligada à busca pelo prazer e à preservação do corpo, opondo-se ao sofrimento ou a qualquer ameaça à integridade física (pp. 7-8). A satisfação plena dos interesses individuais é um tema central (p. 9).
  • Influências Sociais e Filosóficas: O autor discute a influência de pensadores como Rousseau, Aristóteles, Epicuro, Žižek, Sartre e Morin. A liberdade é vista em contraste com as determinações naturais, sociais e econômicas (pp. 8, 10, 23).
  • Iniciativa e Escolha: A liberdade humana manifesta-se por meio de escolhas, decisões e iniciativas pessoais, mesmo diante de constrangimentos externos ou do destino (pp. 17-18). A capacidade de se "inventar" e ir além da realidade vivida é um aspecto chave (p. 20).
  • Crítica à Liberdade Moderna: O livro critica a noção de liberdade de escolha no mundo moderno e digital, argumentando que muitas opções são programadas por grandes corporações para direcionar o consumo, atuando como mecanismos de controle e vigilância (p. 35).
  • Consciência e Autonomia: A liberdade envolve a consciência reflexiva e a busca pela autonomia, o domínio do consciente sobre o inconsciente, atuando como um filtro seletivo das influências recebidas (pp. 25-26).
O autor conclui que a liberdade é um processo contínuo de escolhas e reações contra tudo o que ameaça a integridade e o desejo de completude do ser humano (p. 33).
  • Ausência de Constrangimento Externo: A liberdade é a capacidade de escolher e julgar por si mesmo, sem ser forçado por determinações naturais ou sociais (p. 15). O sucesso ou o fracasso não importam para a liberdade em si; o que importa é o ato de querer e escolher por si mesmo (p. 28).
  • Crítica à Liberdade de Escolha: Žižek questiona a ideia moderna de "liberdade de escolha", especialmente no contexto do consumo e da internet. Para ele, as opções oferecidas são frequentemente programadas por grandes corporações, transformando a escolha em um mecanismo de controle e vigilância (pp. 34-35).
  • A Ilusão da Autonomia: A liberdade, muitas vezes, mascara a ausência de escolhas verdadeiras que afetariam as características básicas da vida. Somos forçados a escolher dentro de um "cardápio básico" pré-definido (pp. 36-37).
  • O Paradoxo da Necessidade Assumida: A verdadeira liberdade, segundo Žižek, não é a ausência de necessidade, mas o reconhecimento e a assunção da necessidade. É a capacidade de escolher qual causalidade nos determinará, agindo retroativamente sobre as causas (p. 26).
  • Experiência Efêmera da Liberdade Radical: A experiência da liberdade radical é descrita como passageira e frágil. Ela emerge em momentos de "ruptura" ou crise, onde os limites se tornam palpáveis, como diante de catástrofes naturais ou eventos disruptivos como o 11 de setembro (pp. 33, 36). 

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Saiba como as motivações propiciam o sucesso pessoal - Joaquim Luiz Nogueira

 O livro "Saiba como as motivações propiciam o sucesso pessoal", de Joaquim Luiz Nogueira, aborda como as motivações pessoais, muitas vezes alimentadas por ideais imaginários, influenciam as escolhas e a busca pelo sucesso na vida e no trabalho (p. 1).


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Pontos Principais
  • As "bolhas imaginárias" como motivação: O autor utiliza a metáfora das "bolhas imaginárias" (semelhantes a bolhas de sabão que criam pequenos mundos temporários) como elementos motivadores que dão esperança e nos impulsionam em direção aos nossos ideais (pp. 8-9). Essas bolhas servem como um escudo protetor contra o desânimo, o fracasso e a realidade indesejada, permitindo-nos planejar estratégias e fazer escolhas com tranquilidade (pp. 8, 10).
  • O papel da fantasia: A fantasia alivia o peso da realidade e pode ser usada para suportar tarefas árduas ou para inscrever sensações de vitória na memória, mesmo que imaginárias, o que movimenta o corpo de forma positiva (pp. 12-13).
  • A busca por ideais e a apropriação: A qualidade daquilo que buscamos nos alimenta e orienta (p. 5). A apropriação de valores vitoriosos e a crença de que se está agindo corretamente mantêm a motivação, mesmo em condições desfavoráveis (pp. 37-38).
  • A importância das escolhas e do propósito: As escolhas pessoais podem ser determinadas pelos ideais que colecionamos, e a capacidade de fazer escolhas guiadas pelo "coração" (ou propósito) é destacada como um caminho para a felicidade e o sucesso (pp. 6, 31).
  • Fatores externos e internos: O livro investiga como os contextos sociais, experiências passadas e a química emocional de cada indivíduo influenciam as razões para ir em frente (p. 24). Elementos como medo, esperança e ideais funcionam como indicadores de rumos nas ações (p. 43).
  • As motivações propiciam o sucesso pessoal ao atuarem como o combustível que impulsiona o indivíduo em sua jornada e o orienta na tomada de decisões (p. 8)
  • Mecanismos Principais
    • Criação de "bolhas imaginárias": O livro explica que a capacidade de criar "bolhas imaginárias" (ideais ou cenários futuros desejados) gera entusiasmo e esperança, funcionando como um escudo protetor contra o desânimo e o fracasso (p. 8). Essas visões distanciadas da realidade conflituosa permitem o planejamento de estratégias e a tomada de decisões mais tranquilas (p. 10).
    • Impulso para a ação: A visualização de um objetivo desejado desencadeia ideias e ações imediatas diante de necessidades (p. 42). A força da motivação, seja ela por necessidade ou por oportunidade, é o que move a pessoa na direção de seus objetivos.
    • Filtro e proteção: As motivações agem como filtros pessoais que ajudam a evitar o enfrentamento direto do perigo, permitindo que a pessoa foque apenas no que a favorece e alimenta (pp. 4, 10). Elas blindam o indivíduo contra atitudes instintivas movidas pelo calor do momento (p. 41).
    • Resiliência e persistência: A crença no próprio potencial e em dias melhores, mesmo diante de dificuldades, é o que sustenta a persistência (pp. 2, 23). A motivação permite ignorar a dor ou a fome momentânea em prol de um objetivo maior (p. 38).
    • Orientação e escolhas: Os ideais e as esperanças funcionam como elementos norteadores, iluminando o dia a dia e orientando as escolhas e decisões do indivíduo (pp. 26-27). O valor do objetivo almejado alimenta a pessoa a ponto de a aproximação mental já ser suficiente para gerar ações (p. 27)
  • O livro busca, em essência, mostrar como a mente humana cria mecanismos para se manter motivada e focada em objetivos, usando a imaginação e a crença no futuro como combustíveis para a ação no presente (pp. 4, 23).

Uma Breve História dos Elementos que nos Orientam: Surpresas, Eventualidades e Comparações - Joaquim Luiz Nogueira

  O livro " Uma Breve História dos Elementos que nos Orientam: Surpresas, Eventualidades e Comparações ", de Joaquim Luiz Nogueira...